Pois bem, algum tempo depois, percorrendo o mesmo trecho com a nossa fiel companheira de caminhada, encontrei com o citado vigia, desta feita tentando consertar, em um local sem luz, uma caixa de registro. Aproximei-me e perguntei porque ele não usava o mega-super-hiper-extra celular para iluminar a caixa de registro. Ele me falou que o citado aparelho havia apresentado defeito e estava consertando. Prontamente ofereci o meu celular, que se mostrou eficaz no auxílio do conserto.
Voltei para a casa naquela noite explicando para a Bia os perigos do consumismo sem limites. Acho que ela entendeu, pois me olhava com aquele olhar terno e amável que tenho dificuldade de encontrar nos humanos.
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